O deputado federal e
pastor evangélico (um político menor e sem expressão ) pertencente ao PSC-SP, que
ora preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara , continua sendo alvo de veementes
protestos que visam sua substituição no referido colegiado. Os vexames e as
violentas discussões no ambiente da
Câmara, em Brasília, ocorrem após a divulgação dos vídeos divulgados nas redes
sociais, nos quais , o parlamentar se
diz “contra a podridão dos sentimentos homoafetivos “, apregoando seu caráter preconceituoso. Em oportunidades diversas, o deputado em
pauta, tenta explicar em tom jocoso e
com deboche, o assassinato de John Lennon, ídolo dos The Beatles e o acidente aéreo que vitimou os jovens integrantes da banda musical Mamonas assassinas. Por tais comentários, podemos vislumbrar a personalidade delirante de quem não reúne as condições elementares de um homem público. Sua infantil teimosia em permanecer no cargo, tem outros objetivos; entre estes, a continuidade do assunto na
mídia nacional, tornando-o mais conhecido, o que facilitaria arrebanhar mais votos nas próximas eleições de São Paulo. Na
política brasileira, os meios justificam o fim ou vice-versa. Deploramos que nossos representantes, com honrosas
exceções, desconheçam o cerne da questão
dos Direitos Humanos, a qual deve se revestir de elevado apreço. O
pastor evangélico e deputado federal é acusado por crime de estelionato, por não
ter comparecido a um show no Rio Grande
do Sul, mesmo recebendo o cachê antecipadamente. Por tal ato, foi denunciado pelos organizadores do evento e, há alguns
dias, foi ouvido no Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme rumores, este não é o único caso que o envolve. Ele integra
o rol de congressistas que respondem por diversos matizes criminais; mas, a despeito, continuam soberbos moradores e influentes
personagens na ilha da fantasia.
Relembramos quando em dezembro de 1948, a
Assembléia das Organizações das Nações Unidas
(ONU) instituiu a Declaração dos Direitos Humanos, estes, aplicados aos homens e mulheres de todo o
mundo, sendo hoje, de grande importância nas culturas das Nações. Os Direitos Humanos estão baseados no
princípio do respeito em relação ao próximo, merecedor de ser tratado com dignidade. Cada pessoa tem
direito ao trabalho, liberdade, saúde, justiça e paz; não lhe sendo negadas as
chances e oportunidades para o seu
desenvolvimento. Na ausência destes pressupostos, os Direitos Humanos jamais estarão presentes.
A conquista da igualdade entre os povos será
sempre lembrada como uma das principais razões
do flagelo da Segunda Guerra Mundial e, de tantas memoráveis lutas outrora travadas, dizimando as vidas daqueles que lutaram para
tal conquista e tornaram-se verdadeiros
mártires em busca do sonho que parecia inatingível. O mundo será mais igual, à
medida que as diferenças se completarem.
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