segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A FÉ ABALADA
Desde os primórdios dos tempos, o homem acreditou em um SER Superior, habitante dos céus ou do universo das galáxias, a quem devíamos respeito e temer. É uma obediência que nós mesmos nos impomos, de modo racional e, inato às necessidades da natureza humana; numa necessidade do transcendental. E então, a religiosidade surge em seus diversos matizes, em todo o planeta, trazendo-nos a fé, alicerce que sustenta, persevera, fortalece e nos impulsiona para a frente e para o alto diariamente. Ela, tem o poder de fazer do homem egocêntrico , parte da partilha; transformando consciências, corações , destinos e, nos tornando mais irmãos. A verdadeira fé é muito mais que uma simples elaboração mental; é o pão tão abstratamente concreto que nos alimenta. No almejo de estreitar nossa relação com o Senhor, a partir do dia 11 do corrente mês, se proclama o Ano da Fé, em comemoração aos 50 anos de abertura do Concílio Vaticano II e, que se estenderá até o dia 24 de outubro do próximo ano. Cabe-nos então, íntima e profunda reflexão. Porém, eis que se instala e se faz predominar entre nós, o maligno da violência urbana, ora, incontida em nosso País. Tal violência, já interfere nos dias e horários das práticas cristãs em igrejas, templos, sinagogas e, até mesmo, em associações e residências; onde e quando os ensinamentos de Deus serão postados. Assim, as celebrações, reuniões e doutrinações diversas, devem ser realizadas em consonância com os perigos que rondam os locais e adjacências. A crença religiosa, esta preciosa salvaguarda na vida de cada um; tende a ruir.
Não nos esqueçamos de que a ausência de Deus nas vidas dos impuros motivou a chuva de enxofre e fogo que destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra.
Hoje, o mundo anseia pelo restabelecimento moral e ético das famílias, do fortalecimento da autoridade dos pais sobre seus filhos, das comunidades religiosas vivas e atuantes e da união entre os povos. As adversidades já se apresentam, a exemplo do devastador precipício das drogas entre os jovens.
É inadmissível, para quem busca a palavra santa, que a insegurança do ir e vir, se torne o principal obstáculo à procura do caminho da luz. É inquietante pensarmos como será doravante, se levarmos em consideração a falência dos poderes constituídos. É inaceitável termos “hora marcada” para ouvirmos referências de que o amor e a paz sejam presentes para a humanidade. Nesses novos tempos de Fé, devemos ter o destemor, de exigir das autoridades, que nos garantam a paz imprescindível em nossos encontros com Deus. Senhor, que venha a nós o vosso Reino...!
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