Os propalados “fatos isolados”, registrados e noticiados
pela mídia, nos diversos segmentos da
vida em sociedade, quase sempre, nos
trazem implícita ( ou explícita) mensagem à nossa reflexão. Nesta oportunidade,
nos referimos aos acontecimentos verificados nas eleições municipais da Capital
paulista. A começar ,quando o ex- presidente do PT, José Genoino, foi votar cercado
de mais de cinquenta seguranças e militantes do seu partido político, os quais
formaram um cordão de isolamento e, na
intenção de proteger a integridade física do ex-chefe, chegaram a agredir
várias pessoas e integrantes da
imprensa. Mesmo assim, o mesmo foi hostilizado por populares, recebendo
adjetivos nada elogiosos e brindado com maços de cigarros para desfrutar
durante “o tempo que passar na cadeia”. Como sabemos, “o figurão” foi condenado
pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do mensalão, por formação de
quadrilha e corrupção ativa, ou seja, a compra de apoio político para a base de
sustentação do Governo Lula; entre 2003 e 2010.
Também em São Paulo, o Ministro do STF, Ricardo Lewandowski, quando da realização das eleições no segundo turno, recebeu idêntico tratamento, sendo nominado de “Liberandowski”, que por absolver diversos réus do mensalão, teve sua imagem ligada como defensor dos ora julgados. Após votar e ao abandonar o recinto, o próprio mesário da seção eleitoral lhe dirigiu a frase: “ Um abraço no José Dirceu “. Tal provocação, se transforma num insulto, por sabermos que José Dirceu foi e continua sendo integrante da cúpula do Governo Federal ,sendo apontado , no início das investigações ,como o chefe da quadrilha que operou o mensalão. Ele, se encontra inserido no rol dos condenados. Hoje, vivenciamos pessoas anônimas tendo a petulância ou a coragem necessária de ofender verbalmente algumas autoridades constituídas, a exemplo de membros do Congresso Nacional e da mais alta Corte do País. Uma frase aqui, uma ofensa ali e um enfrentamento acolá, devem ser somados e motivar que seja aceso o “sinal de alerta” naqueles que procuram maquiar as verdades desses fatos , como a imaginar que as faculdades do cérebro humano só a eles pertencem. Há alguns anos, tais “fatos isolados” nos pareciam irreais. Tais agressões, atingem diretamente o arcabouço das Instituições brasileiras, ao lembrarmos que a credibilidade pessoal ou de um órgão de classe, não se impõe; se conquista com o passar dos tempos.
Hoje, quando os Poderes legalmente constituídos se mostram tão fragilizados ,se faz mister, refletirmos quais os possíveis desdobramentos que os “fatos isolados” podem desencadear num futuro não tão longínquo. A sabedoria popular assevera que contra fatos não há argumentos. Mesmo, a despeito das razões que se queiram produzir!
Também em São Paulo, o Ministro do STF, Ricardo Lewandowski, quando da realização das eleições no segundo turno, recebeu idêntico tratamento, sendo nominado de “Liberandowski”, que por absolver diversos réus do mensalão, teve sua imagem ligada como defensor dos ora julgados. Após votar e ao abandonar o recinto, o próprio mesário da seção eleitoral lhe dirigiu a frase: “ Um abraço no José Dirceu “. Tal provocação, se transforma num insulto, por sabermos que José Dirceu foi e continua sendo integrante da cúpula do Governo Federal ,sendo apontado , no início das investigações ,como o chefe da quadrilha que operou o mensalão. Ele, se encontra inserido no rol dos condenados. Hoje, vivenciamos pessoas anônimas tendo a petulância ou a coragem necessária de ofender verbalmente algumas autoridades constituídas, a exemplo de membros do Congresso Nacional e da mais alta Corte do País. Uma frase aqui, uma ofensa ali e um enfrentamento acolá, devem ser somados e motivar que seja aceso o “sinal de alerta” naqueles que procuram maquiar as verdades desses fatos , como a imaginar que as faculdades do cérebro humano só a eles pertencem. Há alguns anos, tais “fatos isolados” nos pareciam irreais. Tais agressões, atingem diretamente o arcabouço das Instituições brasileiras, ao lembrarmos que a credibilidade pessoal ou de um órgão de classe, não se impõe; se conquista com o passar dos tempos.
Hoje, quando os Poderes legalmente constituídos se mostram tão fragilizados ,se faz mister, refletirmos quais os possíveis desdobramentos que os “fatos isolados” podem desencadear num futuro não tão longínquo. A sabedoria popular assevera que contra fatos não há argumentos. Mesmo, a despeito das razões que se queiram produzir!
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