LARES SOBRE
AREIAS
No
Livro do Gênesis, encontramos a
passagem na qual Deus criou o
homem e a mulher. Em seguida, os
abençoou e disse : ” Multiplicai-vos! “ Esse é o momento divino da formação da célula mater social,
qual seja, a família. Conceituada
como o conjunto de pessoas que possuem
grau de parentesco entre si e, de modo
mais particular, a família tradicional, pessoas que vivem sob o mesmo teto , sendo composta pelo pai e pela mãe, os quais são
responsáveis pela educação dos seus filhos. Nela, se consolida a instituição
familiar que transmite os valores morais que servirão de base no processo de
socialização; além da perpetuação dos princípios da obediência, dos bons costumes
e das tradições culturais,
componentes que serão transmitidos de gerações a gerações. O lar é
inviolável e deve ser sinônimo de proteção aos que ali residem; no desejo que a
harmonia e o afeto mútuo se façam presentes. Porém, nos últimos anos, estamos percebendo que a ausência de autoridade das autoridades, vem motivando o enfraquecimento dos
eternos laços de ascendência e
descendência sanguíneas; fragilizando os pilares do principal sustentáculo de qualquer sociedade. Pouco a pouco, os membros de gabinetes atapetados , aliados aos seus cúmplices, bem alojados em
vários endereços da mídia nacional,
investem e adentram aos lares brasileiros. Semelhante
a uma facção anarquista, seus integrantes
têm apenas o desejo de que o coabitar
harmônico entre pessoas ,seja
substituído por uma vivência anárquica.
Dissimuladamente, colocam os pressupostos
da cultura e da arte como biombo para mascarar suas manobras. Os
conteúdos apresentados , nos mostram irmãos contra irmãos, filhos que odeiam
seus genitores e a infidelidade conjugal se banaliza; exemplos em desconexos com os verdadeiros
valores cristãos. É a oferta de um voyeurismo vulgar para crianças, jovens e
adultos e, o que podemos aquilatar de mais pernicioso à destruição familiar. A falta de pudor é
escancarada na exibição diária de intimidades entre casais e não casais, numa
afronta aos básicos princípios da
decência. Respeitamos as preferência s sexuais
desse ou daquela, mas, por favor, poupem-nos constrangimentos. Sabemos que a
desobediência dos filhos para com os pais , é o limiar da
desestruturação de um lar . É na ausência do pátrio poder , que outros males advirão, animalizando desnorteados seres
humanos. Não existindo a inerente ordem
hierárquica numa casa, todos fazem e dizem o que querem. Logo, a emoção falará mais alto, emudecendo a voz da razão.
Sabemos
que, para se edificar, toda casa deve
ser assentada sobre a rocha, no propósito de se manter firme e não vir a ser dilapidada em suas
colunas.
Esclarecemos de não
estarmos revestidos de moralismos, pelo simples motivo de sermos tão
pecadores quanto. Porém, ainda podemos discernir o bem do mal. Que o Senhor possa , mais uma
vez, abençoar nossas famílias !
Marcelo
Ronadson Costa
Coronel PMAL da R/R
Membro da A.A.I.
Coronel PMAL da R/R
Membro da A.A.I.
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