quinta-feira, 19 de março de 2015

qual é o preço



               QUAL  É  O  PREÇO ?
       Desde algum tempo, se constatam irregularidades de preços nos produtos expostos à venda  nos  mercados e supermercados de nossa  Capital.Ao  realizarem suas compras nesses pontos  comerciais, os clientes, não raras vezes, são surpreendidos com a duplicidade de valores para o mesmo item; ou seja, o preço fixado nas gôndolas é diferente do apresentado nas caixas registradoras. São dois preços distintos. Geralmente, o preço fixado nas gôndolas é menor  que o constatado nos Caixas. As reclamações dos clientes e, até de turistas, sobre o fato, estão se tornando costumeiras; momentos em que os mesmos reclamam seus direitos. As desculpas, tentando explicar o ocorrido, são das mais estapafúrdias que poderiam  ouvir.  Não há como entender  a negligência  geradora desse tipo de procedimento que, quando posto em prática, traz aborrecimentos e prejuízos  aos cidadãos ou cidadãs  da sociedade, enganados em sua boa fé, por acreditarem que outros lhes são iguais.Tais fatos, não podem e nem devem ser permitidos. É a flagrante exposição da mentalidade provinciana de alguns  empresários  que, usando de todos os meios e formas, buscam alcançarem suas metas. Ao fazermos compras com poucos itens, torna-se mais fácil detectarmos o problema; porém, ao efetuarmos o que denominamos de “ compra do mês” e, se não esmiuçarmos os valores contidos no comprovante das compras realizadas, poderemos desembolsar pagamento mais vultoso. 
        A repetição continuada do que ora trazemos ao foco, tem sua mola propulsora na falta de fiscalização dos órgãos de apoio (!) ao  cliente, ao consumidor, ao usuário ou quaisquer rotulações  que  denominem.  E, se  porventura ,acontecer  rara fiscalização, esta, se transforma “numa visita entre amigos”, com cafezinho e conversas cordiais.E tudo continua como dantes. Salientamos que na  última sexta-feira do mês de novembro,registrou-se  no País,  a  5ª edição  da  pluralidade de promoções  comerciais, conhecida como “Black Friday”.  O povo foi às compras, ávido por conquistas. Porém, não  foi o que aconteceu em sua totalidade. Pasmem por alguns dados  divulgados : Até às 22:00 horas do mesmo dia, mais de sete mil reclamações tinham sido detectadas e, em sua maioria, nas vendas de  produtos eletrônicos, esporte e lazer, informática, viagem e moda.Conhecidas redes de lojas estão nominadas entre as envolvidas nas falcatruas. Muitos  compradores mais atentos,afirmam ter  os comerciantes aumentado  antecipadamente  os preços dos produtos, para depois, fantasiarem  promoções; retornando  aos  preços normais. Reclamam também, das falsas ofertas  anunciadas  e do aumento dos fretes para levar as mercadorias até a residência do cliente. Outros  se disseram frustrados  por tudo que presenciaram. Pela enormidade dos logros observados,  os  brasileiros, criativos como sempre, apelidaram o evento de “Black FRAUDE”. Convenhamos, aqui, ali ou alhures.  A índole humana não tem preço. Ou tem ?
                                       
                                        

                                 
                                                                                     Marcelo Ronaldson Costa
                                                                                        Coronel  PMAL da R/R
                                                                                            Membro da   A.A.I.                                      


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