quinta-feira, 19 de março de 2015

luzes do céu



              LUZES  DO  CÉU
              Não concordamos com as críticas repetidas ano a ano, sobre as mudanças ocorridas durante os  festejos natalinos, afirmando que  tudo se resume aos jantares faustos, compras exageradas  de bens materiais e trocas de presentes. Avaliamos tal conceituação como uma     verdade incompleta; pois, a despeito do que acontece,  a essência do natal continua  sendo Cristo e,  facilmente, se  faz perceber, a Sua presença  bem mais perto de nós. Traduzir o natal como a “festa da família”,já se irradia o dom transcendental. Não devemos duvidar que os risos, as lágrimas e os abraços que se espalham  em todas as Nações, revigoram  o    viver sacrossanto , transformando homens e mulheres. Então, por instantes,   todos se  despem do egoísmo e orgulho, como também, se libertam da solidão, das angústias e dos vícios. Tudo isto, são dádivas da majestosa  vontade Daquele a quem reverenciamos o nascimento  em Belém.  Perseverar na confiança, fortalece a fé por um melhor amanhã. Jesus sempre abençoa  cada lar e se mostra participante ativo nos momentos  em que a família   chora de tristeza ou  exulta de contentamento. A alegria registrada nas Bodas de Caná da Galiléia, na qual Jesus esteve presente; se mostra como simbólico exemplo. O primeiro milagre, ao transformar  água em vinho, nos traz a certeza  deste Seu amor.Durante o natal, as emoções que nos envolvem, mesmo em período tão curto, fustigam sentimentos adormecidos que, ao serem despertados, mostram em  retrospectivas , o que fomos, o que somos e o que devemos ser. 
            Muitas das vezes, o criticar se torna vazio. Melhor seria que, na quietude de uma oração, o  olhar de cada um, buscasse  adentrar à própria alma, revelando  a nossa pequenez. Não basta só as boas intenções, o mundo necessita de atos concretos para se transformar . O planeta não está incólume dos males e as sombras , por certo, continuarão ofuscando a claridade. Porém,  a força da perseverança humana deve continuar como valioso antídoto , à espera da bonança e da paz. Doar e  compartilhar são  verbos  do momento. É o mínimo que podemos fazer, se atentarmos para  palavras contidas no Evangelho de São Mateus : “Porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim”. Tais afirmações, sintetizam o verdadeiro  espírito natalino. Temos a convicção das boas sementes  que serão plantadas em milhões de corações. A figura do papai Noel, nunca foi e jamais será obstáculo aos encantos que a cristandade do natal  nos oferece. Ao contrário, o bom velhinho nos convida  a sermos parceiros em sua jornada, numa viagem de sonhos realizados, ao  distribuirmos presentes, compartilharmos abraços e motivarmos sorrisos e lágrimas;  entre adultos e crianças. Aos cristãos, o natal sempre evocará o presépio, representação do estábulo  e dos personagens que participaram  do nascimento de Jesus. Hoje, somos novas testemunhas da  vinda do Senhor, quando Ele  abre seus braços no meio  de nós.  Comemoremos  o natal de Cristo !                                                                                                                  

                                                                                    Marcelo Ronaldson Costa                                                                                                                                                       
                                                                                        Coronel  PMAL da R/R
                                                                                            Membro da   A.A.I.                                       
                                    

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