No dia 22 de novembro de 1963, às 12:30 horas, o presidente
americano John Fritzgerald Kennedy, era assassinado na cidade de Dallas, no
estado do Texas. Naquele momento,
ele se encontrava, juntamente com sua
esposa e o governador Texano, no interior de um carro aberto, pelas ruas do
município, sendo saudado por centenas de
pessoas. Canais de TV, repórteres,
jornalistas , o FBI e dezenas de seguranças acompanhavam o cortejo , que era transmitido
em tempo real para milhões de ouvintes. De repente, ouviram-se tiros. Uma
primeira bala atravessou o pescoço de Kennedy
e, em fração de segundos, outro projétil lhe arrancava parte da cabeça. JFK foi
levado de imediato ao Memorial Hospital. Logo após, um padre foi chamado à sala
das emergências , no prévio anúncio da morte divulgada minutos depois.Durante
as horas restantes daquela sexta-feira, um número incalculável de pessoas, em
todo o planeta, se postou em frente aos seus aparelhos de televisão e rádio; enquanto era continuamente repetidas
as cenas dessa tragédia inacreditável.Logo
é anunciada a prisão de Lee Oswald,
ex- integrante do Corpo de Fuzileiros, acusado de ter disparado os tiros que mataram Kennedy,
usando um rifle com mira telescópica, do 6* andar de um edifício de depósito de livros escolares. Durante os interrogatórios a que foi
submetido, o acusado negou veementemente ser o autor do crime. E, como a copiar
um filme policial em preto e branco, de
segunda categoria, o pretenso autor do crime que abalou o mundo, é também
assassinado a tiros, dois dias após, por Jack Ruby, proprietário de um clube
noturno,diante de fotógrafos e agentes federais, ao ser transferido para uma
prisão de segurança máxima.Todo o País assistiu ao desenrolar dos fatos diante
da televisão. Tudo parecia inverossímil.
Até os dias
de hoje, muitas perguntas ainda se encontram sem as respostas que possam deslindar as teorias sobre uma possível conspiração,
engendrada nos porões do submundo político,do crime organizado ou da máfia,que teimavam em desenvolver seus tentáculos nos Estados
Unidos. Muitos livros, documentários, reportagens, palestras, estudos forenses,filmes e opiniões pessoais, teimam em
aceitar como verdade, o resultado apresentado pela Comissão Warren em setembro
de 1964, que em 26 volumes, concluiu que Kennedy fora morto por um fanático
solitário. Lee Oswald continua a ser um enigma, um personagem de contornos
indefinidos, cujas razões para o seu tresloucado gesto nunca foram totalmente
explicadas.Um escritor asseverou :”É possível acreditar em quase tudo que se diga sobe ele; mas, praticamente
impossível saber o que é verdade”. Em 1988, numa pesquisa do New YorK Times,
66% (Sessenta e seis por cento)dos americanos disseram acreditar ter havido uma conspiração. Outros fatos
marcantes durante o mandato de John Kennedy, foi seu apoio ao término dos conflitos raciais que ali se desenrolavam; o romance que o
mesmo mantinha com a exuberante e famosa
atriz Marilyn Monroe e os conflitos da guerra do Vietnã. Assim,longos anos nos separam da perda do carismático líder mundial e das verdades que se perderam
no tempo !
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