Vivemos num País, onde a falta de autoridade é aviltante em
todos os níveis e, em todos os setores ;
mui principalmente, no que tange à
segurança de seus habitantes.
Ao descriminar o campo da segurança pública, colocando-o
como fator secundário e de somenos
importância, as autoridades de plantão fingem não perceber que a criminalidade
“mata” seus próprios recordes, dia após dia . Em 1980
ocorria um homicídio a cada 53 minutos. Atualmente, apenas 12 minutos separam cada crime ocorrido em solo brasileiro; sem
contar aqueles que ficaram fora das estatísticas ou foram propositalmente ignorados.
Já é por demais conhecido o fosso social aqui
existente, onde o luxo e o lixo têm endereços
e vidas tão desiguais, numa perpetuação que nos envergonha aqui e alhures.
Devemos
atentar que o desemprego, a fome, a não
esperança no futuro e a injustiça,
são molas de desagregação da
família e do encontro de pais, adultos e jovens ao submundo
da criminalidade.
Basta
avaliarmos que numa pesquisa realizada em nossa principais Capitais, o quesito
“falta de segurança” ficou em primeiro lugar . Tal fato , foi registrado
há quase uma década e,o que mudou, entre o passado e o presente, foram apenas o
crescente das lágrimas derramadas ,
das vidas que ficaram pelo caminho, das
saudades sufocadas, da revolta contida e da
impotência em exercemos a nossa
vontade de ir e vir.
Enquanto a corrupção e a impunidade
continuarem destaques no cenário nacional,
numa
cumplicidade entre corruptores e corrompidos ; os maléficos dessa nociva associação recaem no âmago da sociedade.Enquanto os julgamentos permanecerem tardios e a aplicação da Lei não atingir os “nobres doutores”; permaneceremos sob o lodaçal da iniqüidade jurídica. Enquanto as Polícias Militares e Civis dos Estados da Federação, presumíveis mantenedoras da Ordem Pública , continuarem sucateadas e servindo aos interesses do poder político; suas ações estarão sempre norteadas pela vontade de quem se encontra com o bastão de mando. Enquanto os integrantes dessas Organizações forem tidos como profissionais de segunda classe , precisando fazer “bico” (mesmo que a função paralela lhe seja abjeta ou exija desvios de conduta) para a sobrevivência familiar; a população permanecerá irrestritamente desprotegida.
cumplicidade entre corruptores e corrompidos ; os maléficos dessa nociva associação recaem no âmago da sociedade.Enquanto os julgamentos permanecerem tardios e a aplicação da Lei não atingir os “nobres doutores”; permaneceremos sob o lodaçal da iniqüidade jurídica. Enquanto as Polícias Militares e Civis dos Estados da Federação, presumíveis mantenedoras da Ordem Pública , continuarem sucateadas e servindo aos interesses do poder político; suas ações estarão sempre norteadas pela vontade de quem se encontra com o bastão de mando. Enquanto os integrantes dessas Organizações forem tidos como profissionais de segunda classe , precisando fazer “bico” (mesmo que a função paralela lhe seja abjeta ou exija desvios de conduta) para a sobrevivência familiar; a população permanecerá irrestritamente desprotegida.
Donde, todos nós, permaneceremos de joelhos e cabisbaixos , na espera que o inesperado
não nos aconteça.
A questão da violência urbana tem raízes no
desrespeito praticado aos Direitos
elementares do ser humano. Jamais e em
tempo algum, equacionaremos problemas
sociais com medidas policialescas. A
presença do Policial nas ruas é um importante elo da grande corrente que deve ser concretizada, no objetivo de
circundarmos e debelarmos tal endemia, a
qual tanto nos amedronta, condena e
mata.
Um provérbio da sapiência humana, diz : “Educai a
criança e não precisarás castigar o jovem, nem
punir o adulto “.
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