domingo, 9 de setembro de 2012

SOMOS SETE BILHÕES


           O Mundo amanheceu em 2012, anunciando possuir sete bilhões  de pessoas em todos os continentes,  numa soma que nos faz pensar como será possível  manter tantos seres  em harmonia  entre si e com a natureza. Além disso, outros problemas se alevantam, tais como o tamanho do déficit habitacional em todo o planeta, ao sabermos que milhões  de homens e mulheres  vivem em míseros casebres,  palafitas, sob pontes, terrenos baldios e, dormindo nas ruas , sob  marquises;  numa afronta aos mais elementares  direitos da dignidade humana.
            A proliferação de várias doenças, perfeitamente evitáveis, atinge  principalmente crianças e jovens,  tudo porque  as grandes potências mundiais ainda não encaram o  quesito “saúde” como um dos principais investimentos  do mundo moderno, na colheita de vidas a salvar, atendendo aos  reclamos e aos  da sociedade mais carente que se encontra  espalhada pelos confins da   terra e,  fazendo da existência humana   um jogo de interesses financeiros. Outra questão  é como  alimentar  tamanho aumento do quantitativo populacional ,  ao sabermos  que  grandes áreas produtivas  continuam diminuindo de tamanho e outras terras alvissareiras  ao  plantio,  têm suas  porteiras fechadas, quando deveriam   gerar centenas de  toneladas de alimentos.  Seria salutar a oferta de melhores  rodovias ,  estradas  e  expansão de portos,  para assim, estreitar os laços comerciais entre os Países , facilitando o intercâmbio em todos os segmentos.  Alie-se a isto, a projeção de eficiente  transporte coletivo nas grandes e pequenas cidades, em substituição ao  tresloucado trânsito   nas grandes e médias  cidades, diminuindo o número das fatalidades  que ora assistimos nas vias urbanas.
       A educação é a mola propulsora do universo, renovando conhecimentos  e oferecendo  novas descobertas  a todos;   redescobrindo também  o valor do passado no presente; aliando  os desportos,  artes, folclore  e  tradições culturais. Hoje, as novas tecnologias,  impõem  aos governantes  tal  determinação.
            O Poder da Lei  nas  Nações  independentes,  deve  sobrepujar  e vencer  de uma vez por todas,  os diversos tipos de violência que assolam  e amedrontam o futuro, pois só assim,  caminharemos  na  esperança  da conquista  da  paz e convivência   harmoniosa entre os povos.  Um capítulo especial do agora  e permanente , deve ser  o lidar com a mãe natureza.   A ação de cada um, se irmanará no somatório positivo  à preservação  do que nos foi ofertado  por nosso PAI  criador. A água, componente  básico  na  perpetuação  da humanidade e de todas as espécies, se torna  item imperativo .
             São inúmeros os pais de famílias que buscam ofícios sem os encontrar. São mentes que se perdem numa procura  frustrada  e no caminhar  incerto.  Senhores governantes, é na família  onde tudo começa , nasce,  cresce, se reproduz , morre e termina.

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