Nas últimas décadas foram registrados aumentos nos
percentuais de pessoas adultas e idosas (co0m idade igual ou superior a 60
anos), em relação ao quantitativo geral da
população brasileira .Nos idos de l950, éramos 52% de jovens; 42,8% de adultos e 5,2%
de idosos. Porém, em l991, os
idosos totalizavam 11 milhões de
habitantes ; em 1997 somavam 13 milhões.
Em 2009, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), os idosos
eram 21 milhões entre velhos e
velhas. No Brasil, tais adjetivos,
trazem em seu bojo, o s significados de “inútil, inutilidade, demência “ e, por
tal, o idoso, em sua maioria, com baixa
escolaridade, não tem chances de ser chamado para trabalhar , a despeito
de a cada ano, sua minguada aposentadoria , ser corroída, com perda do valor aquisitivo. O
total 60% dos idosos são responsáveis pela sobrevivência de seus respectivos
domicílios familiares e, quase 3 milhões viverem
em completa miserabilidade.
Os
avanços da ciência e da tecnologia, os serviços de saúde, a prática dos exercícios
físicos, e o lazer, serviram de fontes rejuvenescedoras às pessoas, para se viver melhor e mais tempo.
Porém, vários óbices são apresentados nos dias atuais para que os idosos usufruam
desses progressos. O Instituto de Pesquisa Aplicada
(Ipea ), assevera que o Estado
brasileiro não tem a participação efetiva que lhe cabe, para promover os
mecanismos de proteção e cuidados com as pessoas da terceira idade. As Instituições de Longa Permanência ( ILP), como as casas de
repouso, asilos e similares, somam 3.600, enquanto temos apenas 218 asilos públicos nas esferas federal,
estadual e municipal. Essas instituições, quase sempre de caráter
privado, as quais apresentam
deficiências administrativas e em sua instalações físicas, onde os idosos são maltratados, passam fome e até chegam à morte, por falta de cuidados
inerentes; não são fiscalizadas pelo
Poder Público. Basta atentarmos que a
carência financeira, a falta de moradia
ou do apoio de familiares, motivam aos idosos a procurarem tal refúgio, encontrando enormes dificuldades; pois 70%
das cidades brasileiras não possuem uma única unidade de cuidados e
proteção para com os idosos. Assim, os mesmos continuarão sofrendo de diabetes,
hipertensão, bronquite crônica, pneumonia, osteoporose, mal de Alzheimer,
catarata, infarto; entre tantos ...
Conforme estudos publicados, em 2015 teremos 30 milhões de idosos,para em 2020 chegarmos aos 33 milhões e, a partir de 2050 , a terceira idade será 30% da nossa população.
Fator decisivo para tais números, é a escalada vertiginosa dos homicídios dos nossos jovens pela violência urbana.
Quem cuidará desses homens e mulheres, no
sentido de promover uma melhor qualidade
de vida, se as famílias estão
menores e a mulher já se inseriu de forma
definitiva no mercado de trabalho, portanto, permanecendo horas fora do lar ?
Conforme estudos publicados, em 2015 teremos 30 milhões de idosos,para em 2020 chegarmos aos 33 milhões e, a partir de 2050 , a terceira idade será 30% da nossa população.
Fator decisivo para tais números, é a escalada vertiginosa dos homicídios dos nossos jovens pela violência urbana.
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