Final do
século XIX. Corria o ano de l888. O mês
de agosto se apresentava cinzento e melancólico.
Na Inglaterra, a rainha
Victoria, presidia o maior e mais próspero império do mundo. Londres, sua bela Capital e uma
das mais prosperas cidades da Europa, era sinônimo da aristocracia e do
puritanismoda época.
Porém, nem tudo irradiava beleza na
capital Londrina.
Pois, ao mesmo tempo, no distrito
de Whitechapel, várias famílias viviam em cubículos fétidos, jovens
e crianças perambulavam pelas vielas escuras, o odor do tabaco se
espalhava pelos ares e vários barris de “whiskies” baratos eram consumidos diariamente por seus habitantes.
Ali, residia uma população
extremamente pobre e miserável, usando roupas que mais pareciam trapos, onde os
delitos eram constantes e, a morte se anunciava pela tuberculose, pelo álcool
ou pelos assassinatos.
Ao anoitecer, a prostituição
feminina era o grande comércio de Whitechapel, com inúmeros prostíbulos e
incontáveis prostitutas.
Foi nesse ambiente
aterrador, que ocorreram os mais famosos e enigmáticos crimes da crônica
policial. As vítimas, meretrizes que foram mortas, esquartejadas e tiveram
órgãos removidos dos seus corpos. Os ataques eram perpetrados e envolvidos pelos
nevoeiros das madrugadas.
O primeiro assassinato
ocorreu na noite de 08 de agosto daquele ano ,
quando o corpo de Martha
Tabran ( também conhecida por Martha Turner), foi encontrado às primeiras horas do dia seguinte.
O jornal “The Times”, em sua edição de 10 de agosto, noticia “O assassinato de whitechapel”, detalhando o escabroso caso e as opiniões de médicos e peritos.
Tabran ( também conhecida por Martha Turner), foi encontrado às primeiras horas do dia seguinte.
O jornal “The Times”, em sua edição de 10 de agosto, noticia “O assassinato de whitechapel”, detalhando o escabroso caso e as opiniões de médicos e peritos.
Mary Ann “Polly” Nichols, sucumbiu brutalmente nas mãos
do matador, algumas semanas depois.
Em outubro, o “Daily News” publica uma
carta, quando surge menção ao nome
Jack, o estripador.
Foi então, que a Scotland
Yard, renomada força policial inglesa, iniciou interrogatórios; estudos de perfis assassinos; levantamento de pistas e buscou ajuda de
pessoas paranormais.
Em 08 de setembro, Jack voltou
a agir e, desta feita, Annie Chapman , foi executada da mesma maneira e com o
mesmo tipo de arma usado nos dois crimes
anteriores, um afiado punhal.
Agora, o mundo tomava conhecimento da
grande caçada e das buscas frenéticas à
procura do misterioso assassino.
Logo, as ruas de Whitechapel ficaram silenciosas à noite.
Mas, o terror de setembro ainda
não terminara. Inacreditavelmente, duas prostitutas foram trucidadas numa mesma noite. Elizabeth Stride e Catherine
Eddowes foram mortas num intervalo mínimo de tempo.
Na manhã de 08 de novembro, o corpo da jovem Mary
Jane Kelly foi fotografado pela Polícia,
já sem vida,
num modesto quarto de motel,no mais bestial ataque do “Serial Killer”.
A
polícia efetuou prisões e dezenas de suspeitos interrogados.
Tudo sem sucesso.
Repentinamente, os
assassinatos cessaram durante os dois anos seguintes.
O sétimo e último ataque
atribuído a Jack, verificou-se em 13 de
fevereiro de l891, quando o corpo de Frances
Cole foi achado numa viela escura.
A identidade de Jack,
o estripador, continua desconhecida.E, talvez, nunca venha a ser
desvendada.
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