Os
vorazes planos de saúde (!) existentes no Brasil, na obedecem leis, desconhecem padrões
éticos, encarecem sucessivamente suas mensalidades , são questionados na prestação dos serviços ofertados e
ditam o que deve ser e o que não
pode . Na maioria dos casos, são protegidos pelos órgãos públicos que têm o dever de defender os
indefesos cidadãos e cidadãs, míseros mortais que são transformados em números
e, números que se traduzem em milhões de reais. Todos os
dias ouvimos e observamos os chamamentos para que mais pessoas lhes sejam
clientes, mas a contratação de qualquer profissional médico aos seus
quadros é feita a conta-gotas; num
verdadeiro paradoxo. As reclamações contra os planos de saúde
se avolumam diuturnamente e as autoridades fingem que nada escutam e também nada fazem. É uma simbiose suspeita
(para dizer o mínimo), quando as
empresas dificilmente são molestadas pelos ineficientes órgãos
de defesa do consumidor; restando a nós ,
tomarmos do amargo xarope. Nos consultórios médicos, os exames são marcados para 2 ou 3 meses após a
consulta, no que é conhecido como verdadeiro “ chá de cadeira”. Atualmente, alguns planos
de saúde não ofertam certas
especialidades médicas, obrigando-nos a pagar por cada consulta ao necessitarmos desses profissionais. Talvez as autoridades que deviam fiscalizar e punir;
inocentemente, nada saibam . Em muitas
das vezes, o segurado não sabe a quem
recorrer para fazer valer os seus direitos tão aviltados. Avaliamos que os
termos dos contratos
com quaisquer das empresas que “vendem” saúde, possuem
cláusulas leoninas, ou seja, só a
elas beneficiam. Tais termos não nos parecem retratar o fiel da
balança. E, a tudo assistimos
passivamente; como de costume.
Também nada acontece com os espertos empresários do setor, que após alguns anos no mercado, pedem
concordata ou abrem
processos de falência, “fechando as portas “ e deixando centenas de usuários sofrendo seus
efeitos colaterais. O que era plano desceu ladeira abaixo.
Ainda não nos esquecemos das pílulas anticoncepcionais que foram fabricas com farinha , vendidas nas farmácias espalhadas por todo o
território nacional e, por tal, motivaram nascimentos de muitas crianças . Nenhuma punição resultou de concreto contra
os laboratórios multinacionais e
distribuidores . É...o medicamento não
tinha bula.
Quanto ao
Sistema Único de Saúde ( SUS ),
do Governo Federal, “ doura a pílula”, exibindo propaganda enganosa , que é
levada aos mais pobres e distantes rincões do País, em doses diárias, através da mídia; numa tentativa de que a mentira, tantas vezes repetida,
seja massificada como uma verdade
absoluta. Infelizmente, a situação
parece não ter remédio.
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