No dia dez do corrente mês, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) fez lembrar a data mundial de prevenção ao suicídio, cobrando ações
efetivas nos cinco continentes, para minimizar o mal. O ato de a pessoa tirar a
própria vida vem se multiplicando com o passar dos tempos; mesmo levando-se em consideração,
que tal gesto vem sendo praticado desde as mais tenras eras. Os suicídios de Cleópatra,
Judas Iscariotes, Alberto Santos-Dumont, Marilyn Monroe, Van Gogh, do ex-Presidente
Getúlio Vargas, Adolf Hitler e dos pilotos japoneses camicases, durante a 2ª Guerra
Mundial , estão entre tantos famosos. Estudos
confirmam o aumento dos casos de suicídios nos últimos cinquenta anos, na
ordem de quase um milhão anualmente em todo o planeta; entre pessoas de 15 a 60
anos de idade, com predominância do sexo masculino. Transformando-se numa
questão de saúde pública, continua sendo tratado como problema de somenos
importância na maioria dos Países. Pouquíssimos os que atentam ao assunto. A
Lituânia, Rússia, Japão, Índia, China, Alemanha, Filipinas e Estados Unidos,
por serem países populosos, lideram os números daqueles que ceifaram suas vidas
em mortes prematuras. Enforcamento, envenenamento, overdose, tiro, afogamento e
saltar de prédios, são os meios mais utilizados. Aos estudiosos, são complexas
as causa daqueles que procuram, através de ação tão radical, fugir das agruras
que lhes afligem e que se mostram impossíveis de superar, seja uma situação (dívidas
financeiras) ou um acontecimento (morte de pessoa querida); quando julgam que
ninguém pode socorrer ou não sabem onde
pedir ajuda. Assim também, os sentimentos de rejeição, culpa e perda, são
fatores motivadores do possível estado mental da depressão, incutindo na futura
vítima, o desejo de morrer. Abandonar amigos, perder o interesse por atividades
diversas, buscar a solidão ou aparentar instabilidade emocional, são mostras de
urgente atenção e a busca do diálogo entre a família. Apregoa-se que prevenir é
uma ação coletiva, que deve ser liderada pelas autoridades e coadjuvada pela
sociedade e seus grupos, a exemplo das igrejas, escolas, clubes, entre outros.
No Brasil, em 2006, o Ministério da Saúde, alardeou implementar o programa denominado “Diretrizes Nacionais para Prevenção ao suicídio”,através do Centro de Valorização da Vida (CVV); porém, após seis anos, nada saiu do papel, transformando-se em meras letras e palavras. O fator “não sabem onde pedir ajuda” é a afirmação dos inúmeros que “se acham perdidos” e se patenteia na alta reincidência dos que TENTARAM o suicídio e, semanas após, voltaram a cometer o mesmo ato e... morreram. Enquanto o serviço de emergência dos hospitais, for o único “bálsamo salvador” dos que tentam a morte, a vida nunca será o bem maior. Não custa entendermos que cada tentativa de suicídio é um grito de socorro!
No Brasil, em 2006, o Ministério da Saúde, alardeou implementar o programa denominado “Diretrizes Nacionais para Prevenção ao suicídio”,através do Centro de Valorização da Vida (CVV); porém, após seis anos, nada saiu do papel, transformando-se em meras letras e palavras. O fator “não sabem onde pedir ajuda” é a afirmação dos inúmeros que “se acham perdidos” e se patenteia na alta reincidência dos que TENTARAM o suicídio e, semanas após, voltaram a cometer o mesmo ato e... morreram. Enquanto o serviço de emergência dos hospitais, for o único “bálsamo salvador” dos que tentam a morte, a vida nunca será o bem maior. Não custa entendermos que cada tentativa de suicídio é um grito de socorro!
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