Os pretensos “salvadores da
pátria” de ontem, se transformaram na
elite política mais nociva aos interesses do povo brasileiro. Deixamos o patamar atribuído aos países do
terceiro mundo, para adentrarmos ao
bloco daqueles em desenvolvimento. Sim, eles desenvolveram as mais variadas formas de tirar
vantagens em tudo que faz, mediante o
jeitinho “made in Brazil “; lapidaram as empresas “ fantasmas” e outras que são criadas apenas para o recebimento de verbas públicas;
plantaram as “ pessoas laranjas” no pomar das organizações não governamentais
(ONGs) , as quais beneficiam
particulares ou a grupos; aperfeiçoaram
o conluio hierárquico para a prática da roubalheira, esta, apoiada pelas virgulas, se, porém, contudo, todavia e entretanto jurídicos, para patentear a impunidade
que há de vir.
Eles dizem sermos a sexta economia mundial , mas o Brasil está
subalternamente classificado pela
Organização das Nações Unidas
(ONU), na 84ª posição do Índice de Desenvolvimento Humano ( IDH) , com a nota de 0,718, entre as 187 Nações pesquisadas. Nos colocaram no 20º lugar entre os Países da América
Latina, bem abaixo do Chile, Argentina, , Bahamas, Panamá, México, Uruguai, Cuba, Barbados e Trinidade e Tobago.
O estudo abrange não só as dimensões econômicas, inclui também
outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidades da vida humana.
Outra afirmação da ONU é que
o Brasil cairia treze posições no Ranking se a DESIGUALDADE SOCIAL tivesse maior peso nas pesquisas, por se
perceber que aqui os investimentos são
mínimos e os avanços são por demais demorados; sem falar na alarmante disparidade entre os ricos e os
pobres mais pobres , tal como alardeia o slogan verde amarelo : “País feliz é
País sem pobreza”. Como também,
por apresentar graves problemas ambientais, de saúde, educação e violência urbana. É a afirmação de que “O Brasil é um País de
poucos “. Bem diferente , é claro, da
Noruega, que com o índice de 0,943, se
tornou a grande campeã no IDH, seguida da Austrália, Holanda, Estados Unidos,
Nova Zelândia, Canadá, Irlanda, Alemanha
e Suécia.
Não se pode esperar muito de um
País onde o Ministério da Educação é incompetente e não reúne condições
para realizar um exame nacional para
estudantes dos colégios, faculdades e universidades , sem que haja falcatruas e
irregularidades. Nada se deve aspirar porque os outros Ministérios e a
maioria das entidades públicas têm seus
dirigentes costumeiramente
envolvidos na mais perfídia lama da
corrupção . Na realidade em que vivemos, torna-se difícil recuperar
o tempo perdido e, que as novas
gerações possuam referências éticas ou morais.
Hoje, mais que nunca, o cidadão comum brasileiro tem vergonha de ser honesto.
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