Sinceramente, não compreendemos o
entusiasmo com que os súditos do Reino Unido comemoraram os quatro dias
alusivos às festividades do “Jubileu de diamante” da Rainha Elisabeth II. Ela, atualmente, com 86 anos de idade e 60
anos como monarca da Inglaterra. Nos
parece, que tal reinado, se atém a uma tradição arcaica, de caráter medieval, o
qual se encontra
estranhamente inserido dentro
do contexto desse início do século XXI. Imaginamos que alguns países ainda vivem nos dias do “Era uma vez
uma princesa ...”, sem perceberem
que a
modernidade não mais comporta essas ingenuidades . Para ser rainha, se
faz mister apenas possuir a linhagem da realeza; não necessita de votos ( tal
qual os nossos senadores biônicos) e,
tanto lá ,como cá, gastarem fortuna, sem nada produzirem de proveitoso para os
seus concidadãos ou para a sociedade como
um todo. As referidas festividades englobaram passeio de mil embarcações sobre o
rio Tâmisa; corridas de cavalos com participantes dos mais famosos; chás em
jardins para oito mil convidados; salvas de tiros no Hyde park e outras
localidades; almoços para centenas de
celebridades ; shows diversos e simultâneos e demais apresentações
esportivas. Uma nova estátua da rainha no museu de Londres e a
torre do relógio big-ben que será rebatizada com o nome de Elizabeth
II, também fazem parte das homenagens. E, pasmem, festas nas ruas, pois não é
qualquer um que tem o privilégio de adentrar aos perfumados recantos do palácio
de Buckingham.
Porém, nem tudo e nem todos os acontecimentos são flores. Várias vozes ecoaram em críticas contundentes, contra a “vida de luxo e ostentação “ da rainha e seus familiares; mas que foram ignoradas pela mídia internacional, esta, sempre ávida por futilidades sociais. Sabemos que hoje, a Europa vive uma fase de incertezas políticas e econômicas, sem soluções aparentes e que se prolongam , de modo preocupante, envolvendo países como Portugal, Espanha, Grécia, França, Itália e a própria Inglaterra. O que nos assusta, são os possíveis desdobramentos dessa crise nas Américas e em outras nações; fato que motivaria um malogro mundial. E, sabemos, que o mundo atual é formado por elos que se interligam e, a fragilidade apresentada por um deles, ocasionará a ruptura da corrente. Por isso, a dona do trono inglês ou quaisquer mandatários, não devem se imaginar ausentes dos acontecimentos vexatórios que rondam os cinco continentes, onde a turbulência financeira , há algum tempo, entrou em espiral descendente. Fugir desta realidade, é continuar nas fantasias dos cavalos alados, fada madrinha com varinha mágica, madrasta invejosa, bruxa com verruga no nariz; à espera que o herói ,com capa e espada ,venha beijar e salvar a indefesa donzela.
Porém, nem tudo e nem todos os acontecimentos são flores. Várias vozes ecoaram em críticas contundentes, contra a “vida de luxo e ostentação “ da rainha e seus familiares; mas que foram ignoradas pela mídia internacional, esta, sempre ávida por futilidades sociais. Sabemos que hoje, a Europa vive uma fase de incertezas políticas e econômicas, sem soluções aparentes e que se prolongam , de modo preocupante, envolvendo países como Portugal, Espanha, Grécia, França, Itália e a própria Inglaterra. O que nos assusta, são os possíveis desdobramentos dessa crise nas Américas e em outras nações; fato que motivaria um malogro mundial. E, sabemos, que o mundo atual é formado por elos que se interligam e, a fragilidade apresentada por um deles, ocasionará a ruptura da corrente. Por isso, a dona do trono inglês ou quaisquer mandatários, não devem se imaginar ausentes dos acontecimentos vexatórios que rondam os cinco continentes, onde a turbulência financeira , há algum tempo, entrou em espiral descendente. Fugir desta realidade, é continuar nas fantasias dos cavalos alados, fada madrinha com varinha mágica, madrasta invejosa, bruxa com verruga no nariz; à espera que o herói ,com capa e espada ,venha beijar e salvar a indefesa donzela.
Entrementes, enquanto os cães
ladram, as carruagens passam !
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